Pular para o conteúdo principal

Impactos do Metrô

   O Metrô é o melhor meio de transporte que existe no mundo, desde que subterrâneo, na minha opinião.
   Moramos, minha família  e eu a uma quadra da futura estação Fradique Coutinho da Linha 04 - Amarela, a qual esperamos desde que compramos o apto aqui: 1987! a previsão de entrega é 2014 e convivemos, nossos vizinhos e nós há mais de cinco anos com obras, fechamento de rua, caminhões fechando nossa garagem dias inteiros. Todo o sacrifício é válido para ter o Metrô a 60 metros de casa, até o vazamento de gás que ocorreu quando uma escavadeira danificou a tubulação, mas ter que conviver com o lixo na calçada da estação semi-abandonada é demais. 
   Pergunto-me se o Sr. Malavolta, técnico responsável na Cia do Metrô pelo relatório de impacto ambiental já esteve aqui. Não acredito, pois se ele pretendia mitigar os incômodos aos moradores tomaria providências, acredito. 
   É só olhar a foto abaixo! 
Foto da lixeira colocadas pelo Metrô, sem critério e que o povo usa, também sem o menor bom senso. Melhor ficaremos sem as lixeiras, Sr. Malavolta!


Boa semana a todos! MEPR

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Parados na Marginal Tietê

   A Marginal Tietê é uma importante via de ligação em área urbana de São Paulo, senão a mais importante, de conexão entre municípios da maior metrópole da América Latina. O número de veículos e de cargas que passam diariamente por ela é espantoso. Seus congestionamentos também são espantosos e desencorajantes. Trafega-se a 10 km por hora em média nas horas de pico.     Ao ser reinaugurada, ocorreu o que os técnicos chamam de demanda reprimida, ou seja, muitos dos motoristas que a evitavam em função dos congestionamentos passaram a utilizá-la com a promessa ouvida da prefeitura de que o tráfego lá, melhoraria ( http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/novas-obras-aumentam-em-35-mil-o-numero-de-carros-na-marginal-tiete-20100423.html ).    Com essa problemática e importância, era de se esperar que o projeto de sua reestruturação tivesse sido desenvolvido com mais preocupação do que o foi. O que nunca se divulgou pela mídia ...
O ser cidadão Ser cidadão se parece mais com ter direitos que ter obrigações. Longe disso, ser cidadão é ser civilizado, respeitar o espaço do outro e depois disso, exigir o cumprimento de nossos direitos. Como diziam antigamente, lá no século 20, cumprir com a obrigação primeiro.  Infelizmente, não é o que se vê nas ruas das metrópoles brasileiras neste século, o 21, aquele que seria melhor em todos os sentidos, futurista; sim, temos tecnologia ao alcance de muitos mais do que ocorria no século 20, quando a maioria não tinha telefone fixo em casa e usava nossos vanguardistas orelhões.  Hoje, o brasileiro tem voz, mas perdeu a educação: não cumprimenta o vizinho no elevador porque "não o conhece"; não levanta para um senhor idoso no Metrô porque "já existem assentos reservados" - para quem? para as mocinhas cansadas.  Sim, são elas as donas dos assentos reservados; alguns mocinhos também, mas as mocinhas ganham, pois são também as que mais frequent...

A cidades dos shoppings centers não tem parques

Excelentíssimo senhor prefeito do Município de São Paulo, Nós, cidadãos desta metrópole, pedimos encarecidamente que se construam parques na cidade de São Paulo. Temos índices baixíssimos de área verde por habitante; temos enchentes demais e agora, temperaturas mais altas que nossa lembrança pode alcançar.  Exceto em algumas "áreas nobres", temos poucas árvores ao longo de nossas avenidas que nos proporcionem sombreamento ao caminhar.  Ora por favor, não precisamos de mais shoppings, homogeneizados em seu conteúdo, sempre   com as mesmas lojas, maçantes, onde uma vez dentro não se tem notícia do que ocorre lá fora, se chove ou faz sol. Sessenta e três shoppings já é uma quantidade suficiente para o pouco dinheiro que temos para gastar.  Queremos mais parques, grandes ou pequenos, distribuídos pela mancha urbana onde for possível, para que os já existentes não se pareçam com shoppings, de tão lotados aos fins de semana. Queremos que o "ir ao parque" n...